PREFEITO

CÉSAR MAIA

SECRETÁRIO MUNICIPAL DE URBANISMO

AUGUSTO IVAN DE FREITAS PINHEIRO

RELATÓRIO SOBRE O LICENCIAMENTO DE CONSTRUÇÕES NO ANO DE 2005

 

 

Técnicos Responsáveis:

Rose Compans

Claudia de Melo Curi

Assessoras U/GAB

 

 

Abril de 2006

 

1. APRESENTAÇÃO

O objetivo do presente trabalho é o de sistematizar as informações relativas ao licenciamento de construções prediais no primeiro semestre de 2005 no Município do Rio de Janeiro, com base nos registros administrativos da Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU) concernentes à concessão de alvarás e de habite-se, a fim de analisar o desempenho da produção imobiliária formal comparativamente aos dos anos anteriores.

Além disso, o relatório inclui também as estatísticas referentes à legalização das edificações em assentamentos informais, sejam favelas ou loteamentos irregulares e clandestinos, atividade que vem sendo desenvolvida desde 2004, através da Coordenadoria de Regularização Urbanística (CRU), as quais, por razões técnicas não puderam constar do relatório do ano passado.

 

2. O DESEMPENHO DO SETOR IMOBILIÁRIO NOS ÚLTIMOS SEIS ANOS

Uma expressiva expansão marcou o desempenho da atividade imobiliária na cidade do Rio de Janeiro no ano passado. A área total licenciada para novas edificações, equivalente a 3.007.055,59 m2, foi cerca de 32% superior ao registrado no ano de 2004, e o melhor resultado dos últimos seis anos, como se observa na Tabela 1.

Este crescimento pôde ser percebido em quase todas as regiões, em particular nas zonas sul e oeste, onde se verificou um aumento de aproximadamente 120% na área licenciada em relação ao ano anterior. A região central também assistiu um significativo aquecimento do mercado, puxado por lançamentos imobiliários residenciais e comerciais nos bairros do Centro e da Cidade Nova, representando uma elevação de cerca de 80% da área licenciada na comparação com 2004. Contudo, ao analisarmos o crescimento em números absolutos, foi novamente na Baixada de Jacarepaguá onde se deu a maior contribuição para alcançar o índice anunciado, especialmente nas regiões da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá.

Acredita-se que os fatores determinantes deste fenômeno foram, sem dúvida, os investimentos públicos e privados relacionados aos Jogos Pan-Americanos, os financiamentos da Caixa Econômica Federal para moradia popular através do Programa de Arrendamento Residencial (PAR) – responsáveis pelo aumento de 396% da área licenciada na região de Santa Cruz -, e o cenário macroenômico nacional favorável, que influenciaram sobremaneira a decisão de investir dos empreendedores imobiliários, decisão que se refletiu não apenas no reaquecimento do mercado residencial na zona sul da cidade, como também pela retomada do investimento industrial na cidade, previsto de ser realizado pela Empresa Michelin, no bairro de Guaratiba, e por grandes empreendimentos comerciais distribuídos pela cidade.

Não obstante, alguns investimentos públicos não vinculados aos Jogos Pan-Americanos igualmente se destacaram em 2005, contribuindo para o bom desempenho da construção civil, em especial a Cidade da Música, na Barra da Tijuca , uma escola do Serviço Social do Comércio, em Jacarepaguá, e a Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, na Praça XV.

Tabela 1 – Área de construção nova licenciada, por GLF e DLF - 1998/2005

GLF/DLF

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

variação 2004-2005

1ª GLF - Centro

30.210,85

232.711,57

107.793,97

161.846,40

258.056,05

91.278,53

106.646,94

191.579,28

79,6%

2ª GLF - Botafogo

53.381,74

93.683,82

175.615,04

204.437,58

152.883,52

161.028,55

96.028,77

209.111,17

117,8%

3ª GLF - Méier

101.146,33

116.816,78

181.925,94

128.031,23

91.611,58

122.850,88

116.683,95

82.829,48

-29,0%

4ª GLF - Barra

585.500,59

393.745,58

740.414,74

520.117,70

364.867,41

706.193,63

569.651,38

850.353,99

49,3%

5ª GLF - C. Grande

51.897,98

130.788,63

279.211,51

82.189,67

121.124,84

94.482,37

83.830,03

172.696,06

106,0%

1º DLF - Lagoa

82.148,66

103.349,44

159.191,01

118.114,65

152.927,27

98.417,73

64.509,67

138.959,20

115,4%

2º DLF - Tijuca

119.651,35

164.282,88

55.040,71

117.325,04

95.401,18

86.583,77

67.160,97

55.840,85

-16,9%

3º DLF - Madureira

16.962,27

224.495,29

19.850,90

28.928,49

32.830,79

15.605,11

29.217,88

11.771,94

-59,7%

4º DLF - Ramos

28.238,17

31.747,89

57.182,68

37.241,71

29.071,84

74.795,27

60.137,61

52.339,95

-13,0%

5º DLF - Ilha

61.391,32

48.602,48

76.485,73

57.421,15

60.613,22

39.298,01

34.666,08

37.908,38

9,4%

6º DLF - Irajá

159.485,90

98.203,99

60.988,93

77.293,27

83.932,75

35.259,19

55.696,41

32.259,48

-42,1%

7º DLF - Jacarepaguá

304.388,19

290.107,95

438.892,92

321.945,58

322.611,43

391.044,42

438.211,31

659.886,17

50,6

8º DLF - Recreio

337.767,17

363.480,25

550.900,77

322.221,89

615.088,96

330.265,41

533.692,21

437.116,52

-18,1%

9º DLF - Bangu

49.592,85

70.505,32

93.999,69

36.172,08

8.468,76

17.821,68

15.026,09

8.017,96

-46,6%

10º DLF - Santa Cruz

12.531,76

70.692,08

26.405,74

16.410,99

29.786,20

46.924,16

13.381,56

66.385,16

396,1%

TOTAL

1.994.295,13

2.433.213,95

3.023.900,28

2.229.697,43

2.419.275,80

2.311.848,71

2.284.540,86

3.007.055,59

31,6%

 

Tabela 2 - Área de construção nova licenciada, por Área de Planejamento - 1998/2005

Uso

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

variação 2004-2005

AP 1

30.210,85

222.865,36

107.793,97

161.846,40

258.056,05

91.278,53

106.646,94

191.579,28

79,63%

AP 2

255.181,75

361.316,14

389.846,76

439.877,27

401.211,97

346.030,05

227.699,41

403.911,22

77,38%

AP 3

367.223,99

519.866,43

396.434,18

328.915,85

298.060,18

287.808,46

296.401,93

217.109,23

-26,75%

AP 4

1.227.655,95

1.047.333,78

1.730.208,43

1.164.285,17

1.302.567,80

1.427.503,46

1.541.554,90

1.947356,68

26,32%

AP 5

114.022,59

271.986,03

399.616,94

134.772,74

159.379,80

159.228,21

112.237,68

247.099,18

120,15%

TOTAL

1.994.295,13

2.423.367,74

3.023.900,28

2.229.697,43

2.419.275,80

2.311.848,71

2.284.540,86

3.007.055,59

31,62%

GRÁFICO 1 – ÁREA DE CONSTRUÇÃO LICENCIADA PARA NOVAS EDIFICAÇÕES – 1998/2005

 

 

3. AS NOVAS OPORTUNIDADES DO MERCADO IMOBILIÁRIO

Apesar de a região da Baixada de Jacarepaguá seguir como principal vetor de expansão do mercado imobiliário formal, mantendo sua contribuição para a área total licenciada no Município no patamar acima de 60%, análise mais meticulosa indica maior diversificação locacional dos investimentos com a (re)descoberta de áreas ainda com grande potencial de crescimento ou de renovação urbana, tais como os bairros do Catete, Centro, Cidade Nova, Santa Cruz e São Conrado.

Na Área de Planejamento 1 (AP 1), dois grandes empreendimentos comerciais situados na Av. Chile e na Cidade Nova, aliados à extensão do Tribunal de Justiça (Fórum) e ao lançamento do Projeto Cores da Lapa – Rua do Riachuelo -, somaram mais de 78 mil m2, correspondendo a 94% da área total licenciada na região. Em função destes, a região apresentou um crescimento de 80% no tocante à área licenciada na comparação com o ano de 2004, e os bairros do Centro e da Cidade Nova se situaram entre os que mais licenciaram em 2005, ocupando, respectivamente, a 4ª e a 12ª posição no ranking, como mostra a Tabela 13.

Na Área de Planejamento 2, em que pese o aumento de 34% na área licenciada no bairro de Botafogo, o destaque na retomada da dinâmica de crescimento da atividade imobiliária na zona sul – evidenciada pelo acréscimo de 116,8% da área de construção em relação ao ano de 2004 -foi o lançamento do empreendimento residencial Quartier Carioca, no Catete, além de outros dois grandes empreendimentos de igual natureza e de um shopping-center, ambos em São Conrado. O impacto destes quatro empreendimentos na desempenho da atividade imobiliária observada na região pode ser traduzido no fato de que os seus 200 mil m2 somados equivaleram a cerca de 60% do total da área licenciada na zona sul no ano de 2005. Devido aos mesmos, os bairros do Catete e de São Conrado ocuparam respectivamente a 6ª e a 8ª posição em termos de licenciamento, superando os bairros de Botafogo e do Leblon, que tradicionalmente eram os mais dinâmicos da região, sob o ponto de vista do aspecto analisado.

Ainda na AP2, a região da Tijuca confirmou a tendência de queda na área licenciada que já vinha se configurando desde 2001, muito provavelmente pelo fato de como as demais partes desta AP, já estar em fase final de consolidação e admitindo-se, ainda, o problema da violência urbana. A retração de quase 17% na área das novas construções só não foi maior graças a um único grande empreendimento licenciado ano passado no 2º DLF, um galpão destinado a armazenagem, com 14,5 mil m2, localizado na Praça da Bandeira.

Na Área de Planejamento 3, também se verificou um declínio da atratividade para novos investimentos imobiliários, à única exceção da XX RA – Ilha do Governador, que apresentou um crescimento de cerca de 10% da área licenciada com relação ao ano de 2004. Contudo, esta base de comparação se constituiu no pior desempenho da atividade imobiliária na região se comparado aos sete anos anteriores. Nos demais Departamentos de Licenciamento e Fiscalização localizados na AP 3, a área de construção licenciada para novas edificações no ano 2005 representou o pior desempenho dos últimos sete anos.

Um dado que chama a atenção na análise do licenciamento da AP 3 é a profusão de pequenos empreendimentos residenciais destinados aos segmentos de renda média baixa – com os favores das leis 1321/77, 2079/93 e 40/99 (Projeto PAR) - podendo indicar uma maior diversificação do mercado imobiliário. Ao todo, foram 22 empreendimentos desta natureza, que somaram 35.869,12 m2 de área de construção e 459 unidades residenciais, nada menos do que 45% do total de unidades residenciais aprovadas nesta macroregião no ano passado, como se pode notar nas Tabelas 3 e 5, em anexo.

Mas, tal fenômeno não foi privilégio da AP 3. De forma ainda mais acentuada se verificou na Área de Planejamento 5, onde foram 15 os grupamentos residenciais voltados para as camadas populares que se beneficiaram das leis acima citadas, totalizando 73.983,13 m2 de área de construção e 1.626 unidades imobiliárias. Isso significou 60% da área licenciada para o uso residencial na região e 64% das unidades. Somente no bairro de Santa Cruz, se localizaram 5 grandes empreendimentos residenciais financiados com recursos do Programa de Assentamento Residencial (PAR), da Caixa Econômica Federal, que, juntos somaram cerca de 48 mil m2 de área de construção e 1.084 unidades. Além de outros investimentos residenciais expressivos nos bairros de Cosmos e Campo Grande, contribuiu sobremaneira para o crescimento de 120% observado na área licenciada na AP 5 em relação ao ano anterior, a aprovação de uma planta industrial de mais de 100 mil m2 no bairro de Guaratiba. Com respeito à região de Campo Grande, embora sem indicadores mais precisos, admite-se que aprovação do PEU de Campo Grande tenha sua parcela de responsabilidade no dinamismo desta Área de Planejamento.

Embora a contribuição da Baixada de Jacarepaguá - Área de Planejamento 4 - para o total da área licenciada no Município tenha caído um pouco em relação ao ano de 2004 - de 68% para 65% -, esta continua extremamente alta, indicando uma forte concentração de investimentos privados em uma região carente de infra-estrutura urbana. As regiões da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá tiveram um crescimento de 50% na área de construção licenciada na comparação com o ano anterior, enquanto na região do Recreio dos Bandeirantes este mesmo indicador sofreu uma redução de 18%. A realização dos Jogos Pan-Americanos - resultando na construção da Vila Pan-Americana e na expectativa de valorização ainda maior da região - aliado ao prosseguimento da execução de grandes projetos residenciais como o Península Green, foram os fatores responsáveis por este resultado (esta performance), bem como, o recém-aprovado Projeto de Estruturação da Taquera

A participação dos grandes empreendimentos – considerados aqueles com área superior a 10.000 m2 – no total da área de construção licenciada na AP 4, dá bem a dimensão do porte de incorporação que predomina nos lançamentos imobiliários da região. Juntos, estes empreendimentos somaram em 2005 mais do que 1,3 milhão de m2, correspondendo a 86% da área licenciada total na Área de Planejamento 4, e a 45% de tudo o que foi licenciado no Município. Somente na região abrangida pela 4ª GLF (Barra da Tijuca) os grandes empreendimentos foram responsáveis por 86% do total da área de construção licenciada no ano passado.

 

4. COMÉRCIO E SERVIÇOS

Os investimentos comerciais e no setor de serviços acompanharam a trajetória de alta do mercado imobiliário, apresentando um crescimento de 38% na área licenciada para novas construções e acréscimos, que passou de cerca de 664 mil m2, no ano de 2004, para cerca de 915 mil m2, em 2005, como se pode constatar nas Tabelas 3 e 6. Não obstante ao fato de que a macroregião da AP 4 se consubstancie como localização preferencial deste tipo de investimento – com 44% da área total licenciada no Município -, cabe ressaltar aqui que a região abrangida pelo 1º DLF (Lagoa) também se destaca neste cenário. Com mais de 188 mil m2 de área comercial nova licenciada, esta região deixou para trás outras consideradas mais tradicionais como Centro (1ª GLF) e Botafogo (2ª GLF) na preferência dos investidores. Contribuiu sobremaneira para este excepcional desempenho a aprovação do shopping-center do Clube de Regatas do Flamengo – licenciado como acréscimo –, com seus 139 mil m2, situado no bairro da Lagoa.

 

5. A REGULARIZAÇÃO URBANÍSTICA NAS AEIS

O trabalho da Coordenadoria de Regularização Urbanística (U/CRU) no sentido da legalização de edificações existentes nas Áreas de Especial Interesse Social (AEIS) – tanto em favelas, como em loteamentos irregulares – vem apresentando resultados. No ano de 2005, foram 549 edificações legalizadas, distribuídas em todas as Áreas de Planejamento – à exceção da AP 2 -, que somaram 67.144,26 m2, como se observa na Tabela 9. Para se ter uma idéia de grandeza, tal metragem quadrada foi superior ao total da área licenciada no 9º DLF (Bangu), que abrange a XVIII e a XXXIII RA, incluindo aí construções novas, acréscimos de área, legalização de edificações existentes e legalização de acréscimo, que alcançou pouco mais que 63 mil m2.

6. HABITE-SE`s CONCEDIDOS

Houve um aumento substantivo na área de construção e no número de unidades que receberam habite-se no ano de 2005, em relação ao ano anterior. No que tange à área de construção total de 2.017.758,54 m2, tal crescimento foi da ordem de 13%. Já no que concerne ao número de unidades que receberam habite-se – 14.493 -, a elevação representou 21% a mais do verificado em 2004. Como não houve uma variação significativa na área total licenciada no Município nos últimos quatro anos anteriores, pode-se formular a hipótese de que este aumento do número de unidades que receberam habite-se esteja relacionado a uma melhora no trabalho de fiscalização de obras da Secretaria Municipal de Urbanismo.

 

ANEXOS

 

 

 

Tabela 3 - Alvarás de construção, por área das edificações - 2005

GLF/DLF

Residencial

Comercial

Misto

Industrial

Serviço(1)

TOTAL

1ª GLF - Centro

1.366,22

79.381,43

81.820,87

926,00

28.084,76

191.579,28

2ª GLF - Botafogo

59.055,64

10.050,81

129.985,15

10.019,57

209.111,17

3ª GLF - Méier

37.155,52

31.848,02

13.825,94

82.829,48

4ª GLF - Barra

561.912,01

177.546,25

47.875,12

63.020,61

850.353,99

5ª GLF - C. Grande

57.060,65

12.633,30

901,43

102.100,68

172.696,06

1º DLF - Lagoa

82.013,40

36.778,84

16.601,22

3.565,74

138.959,20

2º DLF - Tijuca

23.653,32

22.524,30

9.663,23

55.840,85

3º DLF - Madureira

9.823,65

177,75

554,10

1.216,44

11.771,94

4º DLF - Ramos

24.940,90

11.166,20

16.232,85

52.339,95

5º DLF - Ilha

33.645,84

2.458,16

1.804,38

37.908,38

6º DLF - Irajá

18.665,21

12.672,44

381,48

540,35

32.259,48

7º DLF - Jacarepaguá

572.494,49

36.648,29

1.178,81

49.564,58

659.886,17

8º DLF - Recreio

409.704,87

24.513,56

2.898,09

437.116,52

9º DLF - Bangu

6.523,00

992,96

502,00

8.017,96

10º DLF - Santa Cruz

63.843,61

2.319,55

222,00

66.385,16

TOTAL

1.961.858,33

461.711,86

278.119,37

104.205,49

201.160,54

3.007.055,59

Nota: (1) Inclui edificações destinadas ao uso escolar, institucional, religioso, hospitalar e hoteleiro.

 

Tabela 4 - Alvarás de construção, por número de edificações - 2005

GLF/DLF

Residencial

Comercial

Misto

Industrial

Serviço (1)

TOTAL

uni

bi

multi

total

1ª GLF - Centro

2

1

3

8

3

1

3

18

2ª GLF - Botafogo

2

2

12

16

3

10

3

32

3ª GLF - Méier

6

1

18

25

8

1

34

4ª GLF - Barra

121

13

40

174

21

2

5

202

5ª GLF - C. Grande

158

135

71

364

8

2

1

375

1º DLF - Lagoa

6

18

24

6

11

2

43

2º DLF - Tijuca

1

1

9

11

6

2

19

3º DLF - Madureira

2

11

13

1

1

2

17

4º DLF - Ramos

2

15

17

9

7

33

5º DLF - Ilha

2

1

16

19

1

3

23

6º DLF - Irajá

4

1

15

20

3

2

1

26

7º DLF - Jacarepaguá

56

40

112

208

12

1

5

226

8º DLF - Recreio

115

41

174

330

8

2

340

9º DLF - Bangu

132

2

134

4

2

140

10º DLF - Santa Cruz

3

123

126

3

1

130

TOTAL

609

240

635

1.484

101

31

3

39

1.658

Nota: (1) Inclui edificações destinadas ao uso escolar, institucional, religioso, hospitalar e hoteleiro.

 

Tabela 5 - Alvarás de construção, por número de unidades - 2005

GLF/DLF

Residencial

Comercial

Industrial

Serviço (1)

TOTAL

uni

bi

multi

mista

Total

1ª GLF - Centro

2

10

742

754

78

1

3

836

2ª GLF - Botafogo

2

4

305

945

1.256

22

3

1.281

3ª GLF - Méier

6

2

273

281

333

1

615

4ª GLF - Barra

121

26

1.740

256

2.143

966

5

3.114

5ª GLF - C. Grande

158

270

594

8

1.030

55

1

1.086

1º DLF - Lagoa

6

392

57

455

28

2

485

2º DLF - Tijuca

1

2

158

161

84

2

247

3º DLF - Madureira

2

115

4

121

2

2

125

4º DLF - Ramos

2

304

306

15

7

328

5º DLF - Ilha

2

2

180

184

1

3

188

6º DLF - Irajá

4

2

134

4

144

6

1

151

7º DLF - Jacarepaguá

56

80

4.417

4.553

283

1

5

4.842

8º DLF - Recreio

115

82

2.465

2.662

79

2

2.743

9º DLF - Bangu

132

4

136

14

2

152

10º DLF - Santa Cruz

6

1.383

1.389

3

1

1.393

TOTAL

609

480

12.470

2.016

13.559

1.969

3

39

17.586

Nota: (1) Inclui edificações destinadas ao uso escolar, institucional, religioso, hospitalar e hoteleiro.

 

Tabela 6 - Alvarás de modificação de projeto aprovado c/ acréscimo de área - 2005

GLF/DLF

Residencial

Comercial

Misto

Industrial

Serviço (1)

TOTAL

1ª GLF - Centro

628,94

6.073,39

20,84

14.994,64

21.717,81

2ª GLF - Botafogo

1.852,98

426,58

678,71

2.974,27

5.932,54

3ª GLF - Méier

1.173,77

6.783,12

235,65

176,15

11.515,05

19.883,74

4ª GLF - Barra

11.397,03

5.773,73

25.360,91

42.531,67

5ª GLF - C. Grande

1.858,27

1.858,27

1º DLF - Lagoa

3.588,72

145.132,39

23,86

2.997,29

151.742,26

2º DLF - Tijuca

380,31

941,29

781,35

2.102,95

3º DLF - Madureira

657,28

219,79

605,71

1.482,78

4º DLF - Ramos

421,63

2.690,00

487,13

2.775,90

6.374,66

5º DLF - Ilha

272,86

140,73

247,70

661,29

6º DLF - Irajá

827,49

11.389,46

24,40

12.241,35

7º DLF - Jacarepaguá

8.292,67

7.267,92

736,42

6.021,85

992,12

23.310,98

8º DLF - Recreio

3.587,95

944,63

11.570,62

696,04

16.799,24

9º DLF - Bangu

166,80

413,50

580,30

10º DLF - Santa Cruz

438,00

438,00

TOTAL

35.106,70

188.634,53

1.695,48

18.255,75

63.965,38

307.657,84

Nota: (1) Inclui edificações destinadas ao uso escolar, institucional, religioso, hospitalar e hoteleiro.

Tabela 7 - Alvarás de legalização de edificações existentes, por área de construção - 2005

GLF/DLF

Residencial

Comercial

Misto

Industrial

Serviço (1)

TOTAL

1ª GLF - Centro

2.261,72

6.448,21

499,00

142,84

9.351,77

2ª GLF - Botafogo

896,56

896,56

3ª GLF - Méier

5.102,31

5.102,31

4ª GLF - Barra

8.070,67

3.732,70

11.803,37

5ª GLF - C. Grande

32.783,09

5.716,65

3.746,69

4.666,17

46.912,60

1º DLF - Lagoa

0,00

2º DLF - Tijuca

1.458,48

708,22

2.166,70

3º DLF - Madureira

35.256,99

3.129,65

1.968,95

6.211,86

46.567,45

4º DLF - Ramos

18.900,08

788,29

768,29

316,99

2.910,60

23.684,25

5º DLF - Ilha

7.409,77

5.238,94

768,60

13.417,31

6º DLF - Irajá

30.314,65

701,94

2.866,66

227,17

3.722,37

37.832,79

7º DLF - Jacarepaguá

58.603,48

5.870,84

3.607,60

1.305,38

5.430,12

74.817,42

8º DLF - Recreio

7.717,28

2.534,84

10.252,12

9º DLF - Bangu

33.576,20

4.279,07

2.568,19

6.435,06

2.295,31

49.153,83

10º DLF - Santa Cruz

2.660,25

323,54

288,60

3.272,39

TOTAL

245.011,53

39.149,35

17.117,52

8.284,60

25.667,87

335.230,87

Nota: (1) Inclui edificações destinadas ao uso escolar, institucional, religioso, hospitalar e hoteleiro.

 

Tabela 8 - Alvarás de legalização de modificação de projeto aprovado c/ acréscimo de área - 2005

GLF/DLF

Residencial

Comercial

Misto

Industrial

Serviço (1)

TOTAL

1ª GLF - Centro

3.216,89

1.931,05

606,92

1.198,52

6.953,38

2ª GLF - Botafogo

2.085,39

908,73

695,65

3.019,83

6.709,60

3ª GLF - Méier

9.347,62

1.687,60

1.955,75

195,68

863,71

14.050,36

4ª GLF - Barra

4.102,52

2.760,57

114,42

6.977,51

5ª GLF - C. Grande

4.198,50

198,07

1.013,77

1.175,37

6.585,71

1º DLF - Lagoa

2.431,51

2.382,73

75,60

173,04

5.062,88

2º DLF - Tijuca

2.928,47

5.025,83

80,41

2.057,62

10.092,33

3º DLF - Madureira

18712,28

3.144,80

2.096,97

2.885,59

26.839,64

4º DLF - Ramos

17.302,84

3.241,18

2.062,07

7.667,21

1.516,44

31.789,74

5º DLF - Ilha

8.723,26

2.086,75

759,77

5.580,48

17.150,26

6º DLF - Irajá

10.395,21

71.599,03

677,46

36.428,18

3.519,74

122.619,62

7º DLF - Jacarepaguá

10.199,49

2.330,38

923,41

2.808,41

3.036,23

19.297,92

8º DLF - Recreio

3.448,04