// Educação Cidadania e Habitação Saudável é tema de aula na E.M.Euclydes Figueiredo (abril de 2006)
Os alunos das sétima e oitava séries da Escola Municipal Euclydes Figueiredo, na Tijuca, tiveram uma aula diferente no dia 6/4 (quinta-feira). Nem matemática, nem português.. Educação e Cidadania e Habitação Saudável foram os temas apresentados pelo arquiteto Richard Alves Ferreira, responsável pelo Posto de Regularização Urbanística e Social – Pouso - do Borel.
Cerca de 100 alunos tiveram a oportunidade de identificar, nos slides, as situações de irregularidade, insalubridade e risco de desabamento com as quais alguns deles convivem em seu dia-a-dia. Assim, projetadas sobre a tela branca que cobriu o quadro de giz, estas realidades causaram espanto e se tornaram mais sérias.
Até então, os jovens ainda não tinham parado para pensar sobre as causas e conseqüências de casas sem janelas, sem ventilação, construídas em barrancos e com paredes cobertas por fungos, responsáveis, muitas vezes, por doenças que afetam os moradores.
Já a professora de música, Marilda Salgado, disse que a aula do arquiteto fez lembrar a música “ Rua Nascimento e Silva”, de Tom Jobim , que fala da construção de um prédio junto ao lado do que morava o compositor que retirou dele vista do Cristo Redentor que tinha de seu apartamento.
A aula sobre Educação e Cidadania e Habitação Saudável faz parte do primeiro módulo do trabalho de difundir nas escolas a consciência sobre urbanismo e ocupação legal das áreas. O segundo módulo abordará a Limpeza Urbana e Saneamento Básico e será dado no segundo semestre.
Depois da Euclydes Figueiredo, será a vez das Escolas Municipais Soares Pereira, também na Tijuca, e Leonor Coelho Pereira, na Vila Cruzeiro, Penha.
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// Dia das Crianças vira Dia de Cidadania com noções de Urbanismo (outubro de 2005)
As equipes dos Postos de Orientação Urbanística e Social – POUSOs – em diferentes áreas da cidade, participaram, em outubro, das comemorações do dia das crianças junto com outros setores da administração pública, empresas e Organizações Não Governamentais. Os eventos foram marcados pela animação e diversidade de serviços prestados reunindo sempre mais de 100 crianças e alcançando, às vezes, até 500 crianças como no Morro União, em Coelho Neto. Durante as comemorações, as assistentes sociais dos Pousos passaram às crianças noções de direito e deveres dos cidadãos em relação ao urbanismo local – a comunidade onde habitam.
Pintura no rosto, bolas de bichinho e escovação foram as atividades na Vila S. Jorge, em Cosmo, em 11 de outubro. Durante todo o dia, as brincadeiras foram realizadas atendendo a diferentes faixas etárias: crianças de quatro a seis anos brincaram de danças da cadeira e da laranja e corridas do saco e da colher com ovo. Já os maiores de sete anos, se dividiram em equipes para brincarem de futebol, queimado, pingue-pongue e jogos de tabuleiro. Ao final, todos tiveram direito a um delicioso bolo surpresa. O sucesso do trabalho é o resultado da parceria entre as equipes do Programa de Saúde da Faamília –PSF - , Associação de Moradores e Subprefeitura de Campo Grande.
No Morro União, em Coelho Neto, o Largo da Jaqueira, em frente ao Pouso, se transformou em palco de serviços e brincadeiras durante todo o dia 18 de outubro. Quase mil pessoas (500 crianças e 300 adultos) se aglomeraram para receber aplicação de flúor, 120 mudas de plantas e 150 capas para caixa d'água. Ali também, a equipe da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer armou os equipamentos do Projeto Brincando na Praça para alegria da garotada. O evento contou com o apoio da Subprefeitura do Grande Irajá, CEMASI José Carlos Campos, Defesa Civil e da Coordenadoria de Controle de Vetores.
No estacionamento do Supermercado Wall Mart, dia 8 de outubro, os moradores da comunidade de Fernão Cardim, mais de 500 crianças e quase 300 adultos, tiveram um dia de lazer e acesso a serviços. O atendimento de enfermagem ficou a cargo de universitários da Gama Filho medindo pressão arterial, massa corpórea e glicose. Uma equipe da Secretaria Municipal de Saúde fez aplicação de flúor e a Trupe da Saúde apresentou uma peça. A Lamsa deu aula e educação para o trânsito e distribuiu brindes. Houve ainda corte de cabelo, contadores de história, aula de confecção de sabonete com a equipe de Pouso que aproveitou para distribuir material sobre urbanismo. Estiveram presentes também equipes da Secretaria Municipal de Dependência Química e da Funlar. Para finalizar, a garotada também pode saborear um farto lanche que incluía frutas, pipoca, cachorro-quente, gelatina, algodão doce e gelatina. O Café Pilão distribuiu cafezinho e fez demonstração de alimentos.
Pula-pula (cama elástica) para as crianças, palhaços e exercícios de educação física e competições com premiações fizeram a alegria das crianças da Chácara Del Castilho na véspera do feriado de 12 de outubro. Além de farta distribuição de pipoca e algodão doce, cuja máquina foi cedida pela Subprefeitura do Méier, uma equipe de enfermagem da Universidade Gama Filho participou aferindo a pressão arterial dos adultos, medindo glicose e o índice de massa corpórea. Só os universitários atenderam a 160 pessoas naquele dia. A Secretaria de Meio Ambiente organizou oficinas de reciclagem de papel.
A sede da Associação de Moradores do Sossego, em Madureira, se transformou em uma sala de exibição nas tardes dos dias 11 e 14 de outubro. Mais de 50 crianças assistiram ao filme Os Incríveis com direito à pipoca, refrigerante, chiclete, picolé e distribuição de brinquedos. Antes da sessão começar, entretanto, a assistente social do Pouso e as agentes comunitárias falaram obre a importância do trabalho de regularização urbanística e da preservação do espaço público. Junto com elas, as crianças fizeram o jpgp dos sete erros apontando as irregularidades mais comuns nas comunidades.
// SMU no Projeto Cidadania orienta como construir, reformar e morar corretamente (setembro de 2005)
Mais de duas mil pessoas entre crianças, jovens e adultos participaram do Projeto Cidadania no Ciep Rubens Gomes, em Costa Barros., no dia 15 de setembro de 2005. No espaço da Coordenadoria de Regularização Urbanística – CRU – da Secretaria Municipal de Urbanismo as crianças disputavam cadeiras para participar das brincadeiras escritas: caça-palavras, completar diálogos e marcar em uma gravura os sete erros urbanísticos e ambientais mais cometidos pelos cidadãos. Por ali passaram Wesley, Romário, Deivison, Diana, Almir, Eleson e Elias entre as centenas de crianças que, alfabetizadas ou não, faziam questão de acertar as brincadeiras.
Além de alunos do Ciep, também moradores do entorno compareceram ao evento. Os professores levaram para as salas de aula os impressos com as brincadeiras para trabalharem com seus alunos. Já os pais e funcionários que circularam pelo Ciep levaram os impressos explicando o que é o Posto de Orientação Urbanística e Social – POUSO – e como se deve construir ou reformar a construção.
A Coordenadoria de Regularização Urbanística tem participado de todos os Projetos Cidadania organizados pela Secretaria Municipal de Governo com o objetivo de esclarecer crianças, jovens e adultos sobre a necessidade de se construir, reformar e morar corretamente para se evitar problemas urbanísticos, ambientais e sociais.
// Reconhecimento de Logradouros é tema de reunião em Vila Canoas (setembro de 2005)
O Posto de Orientação Urbanística e Social de Vilas Canoas, em São Conrado, realizou mais uma reunião Intersetorial (12/09/2005) para apresentar e explicar às lideranças comunitárias e representantes de programas sociais o Decreto nº 25705 , de 25 de agosto de 2005, no qual foram reconhecidos os logradouros públicos de Vila Canoas. A maioria das ruas, que antes levavam apenas nomes de estados brasileiros, passaram a ter o complemento VILA CANOAS após o antigo nome. Assim, a Rua São Paulo agora é rua São Paulo de Vila Canoas. O mesmo aconteceu com as ruas Bahia, Goiás, Amazonas, Minas Gerais, etc...
Além de homenagear os estados brasileiros, os logradouros de Vila Canoas também levam o nome de pontos turísticos da cidade. A antiga rua Caminho das Canoas passou a ser Rua Canoa da Pedra Bonita. Há também as ruas São Conrado da Pedra Bonita, Ipanema da Pedra Bonita e Copacabana da Pedra Bonita. Em breve, estes logradouros terão seus Códigos de Endereçamento Postal – CEP – próprios, emitidos pela Empresa de Correios e Telégrafos e os moradores não mais dependerão de terceiros para receberem suas correspondências e preencherem suas fichas cadastrais no comércio, quando for necessário.
Esta reunião acontece todo mês, mas esta, em especial, contou com a presença da arquiteta e coordenadora da Coordenadoria de Orientação e Regularização Urbanística, Tânia Castro, que disse estar muito satisfeita com o trabalho que vem sendo desenvolvido pela equipe do POUSO Vila Canoas e com a participação de representantes de órgãos e moradores da comunidade. Ela também expôs a importância da construção conjunta da Prefeitura e da comunidade de um novo bairro consolidado, melhor, regular e mais salubre para seus moradores. Um ponto em que foi dada uma grande ênfase foi na questão de que o reconhecimento dos logradouros é o primeiro passo para a regularização urbanística. A última etapa é a concessão de habite-se a todas as edificações que apresentarem condições de salubridade e segurança. Dessa forma, todos esses imóveis passarão a ser regulares perante a Prefeitura.
A reunião contou também, além da arquiteta responsável pelo Pouso de Vila Canoas, Maria Helena Salomon, e a assistente social, Regina, com representantes dos garis comunitários, guardiães do rio, amigos da comunidade, polícia comunitária, associação de mulheres de Vila Canoas, associações de moradores de São Conrado, de Vila Canoas e da Pedra Bonita. Durante a reunião, os moradores reclamaram dos sonorizadores na Estrada das Canoas. Além de discutir uma solução para os sonorizadores, as arquitetas explicaram a importância do reconhecimento dos logradouros para a comunidade e anunciaram o próximo passo da regularização urbanística – a legislação que permitirá a legalização dos imóveis com a posterior entrega da certidão de habite-se.
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// Moradores do Caricó discutem seus problemas em Fórum (setembro de 2005)
Manutenção das obras do programa Favela Bairro, ampliação da rede elétrica, consertos na rede de esgoto e pavimentação de ruas e vielas com asfalto foram algumas das reivindicações apresentadas pelos presidentes das associações de moradores das comunidades que formam o Complexo do Caricó, na Penha. As queixas foram levadas pelas lideranças comunitárias aos representantes dos órgãos públicos que participaram do II Fórum Caricó promovido pelo Posto de Orientação Urbanística e Social – POUSO – no Cemasi Chiquinha Gonzaga, no dia 6 de setembro de 2005.
Todas as comunidades do Complexo do Caricó passaram por obras do Programa Favela Bairro: Morro da Fé, Caracol, Sereno, Paz, Grotão e Caixa D’Água, por isso contam com um Pouso para conscientizar os moradores da necessidade de manter a comunidade arrumada e limpa. O fórum é um evento que reúne presidentes das associações de moradores das comunidades que compõe o Complexo e representantes das unidades governamentais na tentativa de resolver as pendências das comunidades.
Os serviços mais elogiados pelos moradores foram os prestados pelo POUSO, Funlar e Programa de Saúde da Família – PSF. O representante da ONG Bicuda, Carlos Osório, lembrou que o Complexo do Caricó faz parte da Serra da Misericórdia, por isso os moradores precisam se conscientizar da necessidade de controlar o crescimento das comunidades existentes ali e ter o máximo de cuidado com a preservação da natureza.
// Estudantes americanos visitam o Morro Azul (agosto de 2005)
Um grupo de estudantes de Desenvolvimento Urbano da Universidade do Sul da Califórnia aproveitou a vinda ao Rio de Janeiro, onde participaram de uma oficina técnica para a revitalização da Avenida Francisco Bicalho, e visitaram a Favela Morro Azul, no Flamengo. Ali, os jovens tiveram contato com uma modalidade de moradia desconhecida deles e conheceram o trabalho da Prefeitura nestes locais, através da Secretaria Municipal de Urbanismo com sua Coordenadoria de Regularização Urbanística (U/CRU).
A arquiteta Maria Cristina Scotti, responsável pelo Posto de Orientação Urbanística e Social no Morro Azul – POUSO –, respondeu aos estudantes americanos todas as perguntas que foram feitas. Eles quiseram saber sobre o trabalho desenvolvido pela CRU, através do POUSO, na comunidade, assim como a realidade da favela, desde a origem do nome Morro Azul até as regras de nomenclatura dos logradouros públicos, que foram recentemente reconhecidos oficialmente.
Cristina começou explicando os problemas que os moradores enfrentavam por não residirem em uma área reconhecida oficialmente: as concessionárias e instituições públicas, simplesmente não atendem à comunidade ou atendem mal; há também dificuldade em conseguir emprego, e de abrir conta bancária quando o endereço não é oficial. Por isso, o reconhecimento dos logradouros é importante para a cidadania dos moradores. A principal rua da comunidade, a Rua Bibiano Pereira da Rocha, por exemplo, é uma homenagem a um morador antigo, já falecido, que vem a ser pai do agente comunitário da área: Márcio. Estar falecido é uma das condições para se dar o nome a uma rua.
Os universitários quiseram saber também como se dá o aumento do número de moradores na comunidade. Uma das atribuições do POUSO é exatamente para controlar o crescimento desordenado das favelas em que atua. A arquiteta do Pouso explicou que as moradias só podem ser acrescidas de mais pavimentos se o gabarito previsto para a rua permitir, atendendo a legislação proposta para a área.

// Morro Azul comemora Dia do Meio Ambiente (agosto de 2005)
Com os nomes de seus logradouros agora reconhecidos, a Comunidade do Morro Azul, no Flamengo, organizou um dia para comemorar, em grande estilo, o Meio Ambiente, a Saúde e a Cidadania. Prestigiado, principalmente, pelas crianças do local : alunos, escoteiros e moradores, o evento organizado pela equipe técnica do Posto de Orientação Urbanística e Social – Pouso - reuniu diferentes instituições da Prefeitura no Cemasi Dr. Luiz Lima. Durante todo o dia, pessoas visitavam as lonas onde eram dadas orientações sobre vários temas que envolvem o cotidiano dos cidadãos.
A equipe da Universidade da Comlurb – Educom – levou material ilustrativo sobre limpeza urbana e duas maquetes diferentes mostrando o que é certo e o que é errado numa casa. Por exemplo, deixar a lata de lixo ou a caixa d’água destampadas é errado enquanto manter as plantas em vasos com terra e não com água é correto.
Através de um microscópio, os visitantes puderam ver larvas de micróbios que atacam a saúde e o meio ambiente. Mapas com os novos nomes das ruas do Morro Azul também foram expostos para os visitantes e um bazar na creche local atraiu muitos moradores.
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// Pouso e Geo-Rio esclarecem sobre áreas de risco nas comunidades (julho de 2005)
Começou pelo Complexo do Caricó, na Penha, a série de audiências públicas com a comunidade para esclarecer aos moradores sobre os índices de risco de acidentes geológicos. Essas audiências fazem parte do Plano Municipal de Redução de Riscos executado pela Geo-Rio com recursos do Ministério das Cidades e supervisão da Caixa Econômica Federal. Os Postos de Orientação Urbanística e Social – Pousos – estão trabalhando na convocação dos moradores para que geólogos e engenheiros expliquem quais são os pontos mais vulneráveis a deslizamentos e desabamentos dentro da comunidade.
Entre as seis comunidades do Complexo do Caricó, o Grotão é a que conta com pontos mais críticos, de acordo com o mapeamento das áreas de risco. Estas áreas foram apresentadas aos moradores na audiência pública realizada no Centro Comunitário do Caracol, dia 28 de junho, onde estiveram presentes mais de 100 pessoas. Na ocasião, os geólogos disseram que o Grotão está entre as áreas prioritárias para se fazer obras de contenção de encostas quando houver liberação de recursos.
O Plano – O Plano Municipal de Redução de Risco está dividido em duas partes: o mapeamento dos pontos críticos da cidade, vulneráveis a deslizamentos, e a sistematização destas informações em um banco de dados geológico e geotécnico. Estes serviços foram terceirizados e estão sendo executados respectivamente pelas empresas Thalweg Consultoria e Projeto Geológico Ltda e K2FS Sistemas e Projetos Ltda. O trabalho está sendo realizado em 32 áreas a partir de uma base cadastral já existente na Geo-Rio. Cada uma delas terá um índice de risco que prevê: o tipo de erosão; número de óbitos ocorridos e quantas casas derrubadas. Com este trabalho ficará mais fácil identificar o grau de urgência para a realização de obras.
As próximas comunidades que terão audiência pública com a Geo-Rio são: Borel e Formiga, na Tijuca; Sapê em Madureira, Cotia e Cachoeirinha no Lins, Vidigal e Rocinha.
// Pouso entra em campanha contra o lixo (julho de 2005)
As equipes dos Postos de Orientação Urbanística e Social – Pousos, se juntaram à Universidade da Comlurb e entraram em campanha para enfrentar um dos problemas mais difíceis na comunidade – o lixo. A parceria está permitindo a capacitação de garis comunitários nas comunidades onde atua a Coordenaria de Regularização Urbanística, da Secretaria Municipal de Urbanismo.
Técnicos da Unicom realizam palestras para os garis comunitários e levam material impresso mostrando a importância da coleta seletiva, do recolhimento do lixo pelos moradores a tempo do gari transportá-lo e da colaboração com o trabalho do gari evitando sujar o que já foi limpo, além de outros cuidados.
Em junho, foram capacitados 77 garis comunitários de 12 comunidades. O trabalho continuará nas demais comunidades, além das capacitações com os técnicos que trabalham na coordenadoria. Ver tabela em anexo.
RECICLAGEM PARA GARIS COMUNITÁRIOS
CRONOGRAMA DE REALIZAÇÃO
JUNHO DE 2005
COMUNIDADE |
BAIRRO |
LOCAL |
PALESTRANTE |
DIQUE
20 garis
|
Jardim América |
Pouso do Dique - Rua Nova, s/nº Dique – Jardim América |
Gilberto de Alencar |
COMPLEXO DO SAPÉ comunidades Sossego,Buriti Congonhas, São Miguel Arcanjo, Sapé, Moisés Santana e Faz-quem-quer
21 garis
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Vaz Lobo |
Cemasi Zózimo Barroso Amaral
Rua Manoel Machado, s/nº – Vaz Lobo
|
Paulo Pedrosa
|
MORRO AZUL,GUARARAPES E SANTO AMARO
Total – 16 garis
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Catete/Laranjeiras |
Gerência Catete
Rua Barão de Guaratiba, s/nº
Glória
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Gilberto de Alencar
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UNIÃO
7 Morro união
13 margem da linha
Total: 20 garis
|
Costa Barros |
Gerência Fazenda Botafogo
Rua Pedro Jório, 525 – F. Botafogo
|
Paulo Pedrosa
|
// II Fórum Borel (julho de 2005)
Pelo segundo ano consecutivo, o Posto de Orientação Urbanística e Social – Pouso – do Borel, na Tijuca, realiza um fórum reunindo autoridades municipais, estaduais e lideranças comunitárias para debater os problemas do local. Os presidentes das associações de moradores consideram o evento muito importante porque é uma oportunidade de levarem as dificuldades diretamente aos respectivos representantes das instituições públicas.
Falta de agentes de saúde para a Chácara do Céu, de educadores ambientais para o Borel , garis comunitários para a Casa Branca e recapeamento para a Indiana foram algumas das reivindicações feitas pelas lideranças comunitárias. Alguns moradores também se manifestaram contra a violência policial na comunidade e contra a falta de obras de manutenção do Programa Favela Bairro.
O Fórum aconteceu no Ciep Dr. Magarinos Torres com a presença das seguintes autoridades: Drª Denise Almeida, supervisora do Programa Saúde da Família; Paulo Amandio, Defesa Civil; Profª Inês Aparecida Rodrigues da 2ª CRE; Zani Savala, Funlar; Omar Sobral, representante da Subprefeitura da Tijuca; Conselho Distrital, Maria Alice; Alexandre Amaral, gerente da Secretaria Municipal de Meio Ambiente; Elizabeth Mourão, da Rioluz; Olivia Galvão , da Secretaria Estadual de Direitos Humanos e Sebastião Rodrigues, administrador regional da Tijuca.
// Projeto Cidadania em Sepetiba (julho de 2005)

A comunidade de Sepetiba participou do Projeto Cidadania realizado no Ciep Ministro Marcos Freire. Presente ao evento, a equipe da Coordenadoria de Regularização Urbanística apresentou o trabalho de regularização realizado nos Pousos. O ponto alto foi a concentração de crianças e até adultos que fizeram o caça palavras sobre as ações urbanísticas dos pousos. Além dos alunos do próprio Ciep e de moradores do entorno, também participaram alunos de outro Ciep da proximidade, o Deputado Ulisses Guimarães.
// Pousos convocam moradores para audiência pública com Geo-Rio (julho de 2005)
Começou pelo Complexo do Caricó, na Penha, a série de audiências públicas com a comunidade para esclarecer aos moradores sobre os índices de risco de acidentes geológicos. Essas audiências fazem parte do Plano Municipal de Redução de Riscos executado pela Geo-Rio com recursos do Ministério das Cidades e supervisão da Caixa Econômica Federal. Os Postos de Orientação Urbanística e Social – Pousos – estão trabalhando na convocação dos moradores para que geólogos e engenheiros expliquem quais são os pontos mais vulneráveis a deslizamentos e desabamentos dentro da comunidade.
Entre as seis comunidades do Complexo do Caricó, o Grotão é a que conta com pontos mais críticos, de acordo com o mapeamento das áreas de risco. Estas áreas foram apresentadas aos moradores na audiência pública realizada no Centro Comunitário do Caracol, dia 28 de junho, onde estiveram presentes mais de 100 pessoas. Na ocasião, os geólogos disseram que o Grotão está entre as áreas prioritárias para se fazer obras de contenção de encostas quando houver liberação de recursos.
O Plano – O Plano Municipal de Redução de Risco está dividido em duas partes: o mapeamento dos pontos críticos da cidade, vulneráveis a deslizamentos, e a sistematização destas informações em um banco de dados geológico e geotécnico. Estes serviços foram terceirizados e estão sendo executados respectivamente pelas empresas Thalweg Consultoria e Projeto Geológico Ltda e K2FS Sistemas e Projetos Ltda. O trabalho está sendo realizado em 32 áreas a partir de uma base cadastral já existente na Geo-Rio. Cada uma delas terá um índice de risco que prevê: o tipo de erosão; número de óbitos ocorridos e quantas casas derrubadas. Com este trabalho ficará mais fácil identificar o grau de urgência para a realização de obras.
As próximas comunidades que terão audiência pública com a Geo-Rio são: Borel e Formiga, na Tijuca; Sapê em Madureira e Vidigal.
// Reunião de Rua é tema de capacitação (maio de 2005)
Você já ouviu falar em reunião de rua? Se você mora em uma das comunidades onde há um Posto de Orientação Urbanísitica e Social – Pouso – certamente já ouviu e até participou de alguma.
Para trocar experiências sobre reuniões de rua que acontecem nas comunidades, a Coordenação de Regularização Urbanística – CRU – à qual os Pousos estão subordinados, reservou um dia de capacitação de seus técnicos e agentes comunitárias exclusivamente para que fossem representadas reuniões de rua no palco do auditório do Centro Administrativo S. Sebastião.
As equipes se revezaram nos papéis de moradores e agentes do Pouso para passar o recado aos colegas abordando três temas-chave: O que é o Pouso e o representante de rua; salubridade (lixo, esgoto, água, drenagem, ligações das redes, etc..) e legislação urbanística e reconhecimento de logradouro.
Após a representação, houve debate entre os técnicos que estavam na platéia e os que estavam como atores. Na equipe de atores, as agentes com mais experiência se investiram do papel de moradoras e conseguiram transmitir as dificuldades enfrentadas no trabalho de conscientização sobre a necessidade de preservar a comunidade que foi transformada em bairro.
Ivonete Ribeiro, por exemplo, que há 18 anos trabalha como agente comunitária, disse que foi muito fácil interpretar uma dona de casa em reunião de rua porque conhece bem o que acontece nas comunidades. Do alto de sua experiência, ela não tem dúvidas de que as reuniões são essenciais para ajudar os moradores a resolver os problemas. Segundo ela, depois de cada reunião aumenta a procura dos moradores pelas orientações do Pouso.
// Pouso entra em campanha contra o lixo (abril de 2005)
O combate ao lixo tem sido uma das atividades das equipes que trabalham nos Postos de Orientação Urbanística e Social – Pousos - nas diferentes áreas onde estão instalados. É que o lixo, além de causar doenças, pode também, provocar deslizamentos nas encostas, colocando em risco as construções próximas. Para tratar deste problema, as equipes estão sendo treinadas e estão levando treinamento às respectivas comunidades onde atuam em parceria com a Universidade da Comlurb – Unicom.
O técnico Paulo Raimundo de Souza Pedrosa, da Comlurb, é um dos que têm falado às equipes do Pouso. Com palestras, vídeos e material impresso , Pedrosa vem alertando a população sobre os cuidados necessários no trato dos “objetos inservíveis”, especialmente no momento em que a sociedade vive a “era dos descartáveis”.
Além de falar para os todos os técnicos do Pouso, no auditório do Centro Administrativo São Sebastião, Pedrosa já esteve nos Morros do Sossego, em Madureira, e da Cachoeirinha, no Lins.
No Morro Azul, no Flamengo, o Pouso se uniu ao 116º GEMar Marquês de Tamandaré (Grupo de Escoteiro) e se engajou na campanha “Faça de sua comunidade, sua casa” .
No Vidigal, a equipe está promovendo a campanha “Limpeza Total é aqui no Vidigal” que conta com a parceria de todos os órgãos de serviço que atuam na comunidade.
// Pouso entra em campanha contra o lixo no Morro Azul
A equipe do Posto de Orientação Urbanística
e Social - Pouso - do Morro Azul, no Flamengo, órgão
da Coordenadoria de Regularização Urbanística
da Secretaria Municipal de Urbanismo, entrou em campanha para enfrentar
um dos problemas mais difíceis na comunidade - o lixo. Junto
com o 116º GEMar Marquês de Tamandaré (Grupo de
Escoteiro) se engajou na campanha "Faça de sua comunidade,
sua casa".
Técnicos do Pouso e escoteiros realizaram palestras e passeio
pela comunidade com os alunos da Creche Comunitária Casulo
Padre Aleixo. As crianças assistiram a um vídeo que
mostra a necessidade de se cuidar do lixo e depois foram ver na
prática o que está acontecendo na comunidade onde
moram e apontar os locais onde há lixo fora do lugar. Viram
a retirada do lixo por um caminhão da Comlurb e as diversas
cacambas espalhadas pelas ruas para receberem o lixo domiciliar.
Pela boa receptividade das crianças, o arquiteto Daniel Bouts,
responsável pelo Pouso, espera que o recado seja repassado
aos pais, dando início, assim, a erradicação
da sujeira das ruas no Morro Azul. O escoteiro Mário Eduardo
afirma que a finalidade da campanha é implantar desde a infância
a consciência e o hábito de viver em um lugar limpo.
Fotos:


Como um reforço à discussão do trabalho
promovido pelo POUSO, são organizados eventos, de acordo
com o calendário, onde Prefeitura, moradores e possíveis
parceiros do entorno se organizam e promovem festas populares. Nestes
eventos, aproveita-se para difundir as informações
do POUSO e reforçar o trabalho de cunho educativo.
Recentemente foram feitas duas dessas festividades:
1. Uma em Paciência, nos POUSO Três
Pontes/Divinéia (4473 domicílios), onde foi feito
o plantio, por crianças de escolas municipais do entorno,
de 200 mudas de árvores doadas pela Fundação
Parques e Jardins. Além disso, foi promovida uma feira de
cidadania, onde foram feitas apresentações de bandas,
grupos de dança, capoeira e jiu-jitsu, ao lado de banca da
Secretaria Municipal de Saúde, onde se podia medir a pressão
arterial e Ter informação de como evitar DST/AIDS.
A programação durou o dia inteiro e teve lanche doado
pelo comércio do entorno, além de muitas brincadeiras
e alegria de crianças e adultos.

Plantio de mudas de plantas ornamentais doadas pela FPJ -
Alunos do CIEP Roberto Morena - Festa em 31 de Outubro, Paciência.

Plantio de mudas de árvores doadas pela FPJ,
para o reflorestamento do Rio Cação Vermelho -
Turma de 8ª série da E. M. República Árabe
da Síria - 31 de Outubro(Divinéia), Paciência.

Brincadeiras com crianças do CIEP Roberto Morena,
E. M. República Árabe da Síria e E.M. Vivaldo
Ramos Vasconcelos

Banda Musical do CIEP Roberto Morena

Grupo de dança do CIEP Roberto Morena

Apresentação de Grupo de Capoeira

Verificação da Pressão Arterial (Posto de Saúde
Maria Aparecida de Almeida)

Apresentação do Grupo de Jiu-Jitsu do CEMASI Prof.
Helenice
2. A outra foi no dia das crianças,
12/10//2003, em Madureira, no Campo do Cajueiro, novo bairro do
Sossego (1104 domicílios). Foi um domingo de brincadeiras
e animação, com lanche e brinquedos doados pelos comerciantes
do entorno. As brincadeiras sempre enfocam os conceitos de cidadania
e espaço público, legislação e participação.
3. Também no Sossego, tivemos
mais dois eventos. Um deles foi o Terceiro Encontro de Representantes
de Rua, no dia 12/11/2003, com a entrega de certificados.

4. O outro evento do Sossego foi
a festa de Natal que ocorreu no dia 09/12/2003.


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